Fábio Knoll | @fabioknoll

Geógrafo, cineasta, fotógrafo – formado pela Universidade de São Paulo, iniciou sua carreira como fotógrafo de documentários viajando por todo o Brasil e vários países. Entre seus livros mais recentes estão: Universo Amazônico; Museus do Brasil; Brasil – uma nação multicultural; Fazendas, Usinas e Estâncias do Brasil e Cortiços – A experiência de São Paulo. Seus trabalhos fotográficos já foram exibidos em várias exposições individuais e coletivas em São Paulo, na Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã, Los Angeles, Londres, Berlim e Milão, atualmente representada pela galeria Bossa em Miami. Nos últimos anos, ele trabalhou como diretor de fotografia e cineasta em vários projetos de cinema, TV e WEB, entre eles: “Spirit Papers from Another World” no Nepal; “O Brasil teve sucesso. E agora?” Longas filmagens idealizadas por Maílson da Nobrega; “Mulher Arte” e “Encuentros”, série para TV HBO. Atualmente, é diretor do programa 50 for 1 – Destino Espetaculares com Álvaro Garnero para a Record TV.

Lis Cereja| @liscereja

Cozinheira, escritora – formada em Nutrição pela USP – Escola de Saúde Pública – e gastronomia na Universidade Anhembi Morumbi, é proprietária da Enoteca Saint VinSaint, co-fundadora Feira Naturebas, do projeto CriadoSolto e consultora do Núcleo de Direitos Humanos da Comissão de Direitos Humanos da OAB / SP. Seu restaurante, a Enoteca Saint VinSaint, fundado em 2008, foi pioneiro no movimento de vinhos naturais, orgânicos e biodinâmicos no Brasil, utilizando matérias-primas 100% orgânicas e artesanais provenientes de suas próprias hortas orgânicas ou de pequenos produtores. A Feira Naturebas, criada em 2013, é hoje o maior evento relacionado ao tema de vinhos|alimentos sustentáveis na América Latina, atraindo mais de 2000 pessoas e 120 produtores do mundo inteiro. “Super Dicas para entender de vinho” foi seu primeiro livro publicado pela Editora Saraiva. “Vinhos Naturebas“ e “Receitas do Brunch da Enoteca” são seus últimos e-books.

 

Gaia: uma Ode ao planeta Terra.

Gaia é o primeiro curta de uma série de vídeos livres. Livres pois não se apegam à forma, conteúdo ou linguagem específicas, dando margem para que possamos abordar sob diferentes perspectivas temas que julgamos relevantes. Entre entrevistas, curtas, ficção ou não ficção, disponibilizaremos mensalmente nossos trabalhos audiovisuais no ‘assista’.

Esse curta foi concebido na tentativa de contar a história de nosso planeta, respeitando o  princípio formal de uma composição poética do gênero lírico – dividindo-se em três estrofes simétricas.

A primeira parte é dedicada à formação mineral do planeta, com processos geológicos que permitiram sua formação estrutural, sua atmosfera e seus oceanos. Na segunda, já em um mundo com água no estado líquido abundante, temos então as condiçōes ideais para o surgimento da vida, precedendo a terceira parte, onde a vida se alastra pelo planeta, na terra, água e ar, evoluindo até os primórdios da humanidade.

O desafio aqui foi tentar construir uma parábola de 4,5 bilhões de anos em 10 minutos, unicamente com imagens de própria autoria de Fábio em suas vivências pelo mundo. Este curta reitera o nosso reconhecimento da importância de uma remitologização da natureza pelo homem pós-moderno; recorremos à grécia antiga, tomando como fonte de inspiração um de seus maiores mitos. Gaia, a mãe terra, o elemento primordial e latente de sua imensa potencialidade geradora, fez surgir Urano (o céu), Ponto (o mar) e as óreas (as montanhas).

Sob a luz de sua inspiração, Gaia deixa-nos aqui uma lição de humildade: é desse grande organismo que fazemos parte e devemos nossa existência. O planeta prosseguirá, independente de nós, por mais pelo menos 2 bilhões de anos, quando nosso sol, em seu processo natural de perda de massa, não conseguirá mais gerar força gravitacional suficiente para conter sua atmosfera, expandindo e engolfando nosso tão estimado lar; um fenômeno observável em qualquer estrela como a nossa.

Entretanto, se sobrevivermos a nós mesmos em nossa pequenina escala de existência, poderemos compartilhar por um bom tempo do milagre da vida que esse planeta tão peculiar permitiu existir.

Assista

Vinhateiro de ‘espírito vínico inquieto’, como ele mesmo se define, Zanini trabalha no setor faz 20 anos, muitos deles militando pela causa do produto artesanal e do vinho de pequeno produtor. Faz parte de uma das primeiras iniciativas de vinho natural no país: a Era dos Ventos, em parceria com Álvaro Escher e Pedro Hermeto, e vinificam desde 2004 até hoje em um porão, na região de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.

Vinhateiro de ‘espírito vínico inquieto’, como ele mesmo se define, Zanini trabalha no setor faz 20 anos, muitos deles militando pela causa do produto artesanal e do vinho de pequeno produtor. Faz parte de uma das primeiras iniciativas de vinho natural no país: a Era dos Ventos, em parceria com Álvaro Escher e Pedro Hermeto, e vinificam desde 2004 até hoje em um porão, na região de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.